Simão Sabrosa Continua a reclamar a si o protagonismo nesta equipa, tal a categoria que imprime a cada exibição. Actuando atrás dos avançados Derlei e Miccoli, Simão foi sempre o jogador mais empreendedor, lançando os colegas no ataque e, em várias situações, sendo ele mesmo a transportar a bola (e sempre em velocidade). Esteve presente em todos os lances de perigo: na primeira jogada digna de registo, após o golo do Dínamo, apontou um livre direitinho para a cabeça de Luisão, mas se o brasileiro não acertou com a baliza, já Anderson e Katsouranis disseram “sim” aos cantos apontados ao primeiro poste pelo 20. Ainda teve tempo de ajudar Lobont a brilhar. Se na primeira parte o guardião negou, em voo, um chapéu do capitão, na etapa complementar foi com os pés que evitou um remate para golo do internacional português.Quim – Atenção demonstrada nos lances de futebol aéreo. Sem culpas no golo sofrido.
Nélson – Surgiu num registo mais defensivo, em parte devido às permanentes subidas de Pulhac.
Luisão – Quase marcou, de cabeça, aos 29'. Sempre muito seguro. Niculescu não deu nas vistas por sua culpa.
Anderson – Apontou, de cabeça, o golo do empate. Seguro na defesa.
Léo – Subiu mais do que Nélson no terreno. Inteligente nas saídas para o contra-ataque e guerreiro a defender.
Katsouranis – Autor do golo da vitória. Eficaz no apoio defensivo a Nélson.
Petit – Um guerreiro sem dar nas vistas. O principal apoio aos centrais.
Karagounis – Melhor na segunda parte, onde deambulou por todo o meio-campo, forjando deliciosas jogadas de contra-ataque.
Derlei – Grande atitude, “massacrando” a defesa do Dínamo, mercê do seu espírito de combate. Pena não ter tido chances de golo.
Miccoli – Tentou um belo chapéu quando o resultado já estava feito, mas a bola saiu ao lado. Exibição consistente.
Nuno Gomes – Quinze minutos em campo com o resultado feito.
Paulo Jorge – Entrou em cima do minuto 90.
Beto – Actuou no tempo de desconto.
TODOS AO PARC DES PRINCES
VAMOS OS COMER